O investimento mais reprodutivo que podemos fazer em qualquer tempo e lugar é inspirar os outros.
As nossas acções, a nossa atitude, as nossas palavras e tudo o que comunicamos podem trazer inspiração aos que nos rodeiam ou cruzam connosco nas nossas vidas.
Colocando o peso da nossa motivação na alavanca do nosso esforço conseguimos sucesso nos projectos onde nos envolvemos. A forma como fazemos esse esforço, e o conjunto de valores que assumimos e representamos nesse processo, são de grande relevância: tornam-se referenciais de orientação, modelos de conduta.
Sempre que actuamos com objectivos distintos, e agimos segundo valores saudáveis procurando o desenvolvimento, a realização pessoal e a empatia com os outros, construímos algo de positivo.
Quando vivemos livres, com optimismo e abertos aos desafios, quando empreendemos o nosso caminho com coragem e integridade, arriscando por vezes algum bem-estar, abraçamos o êxito imediato.
E quando passamos algum desse entusiasmo aos outros, nas vezes que conseguimos ser exemplo a seguir, inspiramos comportamentos, incutimos energia, melhoramos o mundo em que vivemos.
A coisa mais nobre que podemos fazer nas nossas vidas é inspirar os outros!
Nuno Gaudêncio
Um esplêndido 2010!
A todos um Ano Novo Melhor! : )
sábado, 16 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Portugal pacífico
Estando no início de um ano novo, gostaria de aproveitar o convite do Nuno a escrever um artigo neste blogue para aportar algo optimista à nossa discussão sobre 1 Portugal melhor.
Desde “a minha perspectiva da Portugalidade”*, diria que os Portugueses dedicam muito tempo a discutir os próprios feitios e carências e, embora acredite que isto possa ser um ponto de partida para construir um futuro melhor, parece-me que às vezes é mais proveitoso focar-se nos sucessos e avanços já conseguidos, e a partir daí fomentar o movimento de mudança até um país mais justo e sustentável (ideia que, pelos vistos, partilho com o Micael, autor do artigo anterior).
Como ilustração, vale destacar, por exemplo, que desde há muitos anos, Portugal encontra-se entre os países com o maior nível de segurança no mundo – factor que eu mesma considero uma das grandes vantagens de se viver nas terras lusas, em comparação com muitos outros países latinos.
Portugal tem tido a sorte – e também a sabedoria – de não ser envolvido em muitas guerras nem grandes conflitos sociais (até a Revolução dos Cravos foi, no fundo, bastante pacífica), nunca conheceu grandes níveis de criminalidade e tem sido um exemplo na integração de imigrantes de várias origens e culturas.
De acordo com os relatórios da Economist Intelligence Unit, entidade autora do Índice Global da Paz (Global Peace Index**), Portugal é um dos líderes mundiais no que respeita o nível da “pacificidade”, medida através de 24 critérios. Nos anos 2007-2008, Portugal foi colocado, respectivamente, no 9º e 7º lugar entre 140 países, e no ano 2009 ocupou o 14º lugar (parcialmente devido à modificação da metodologia de calcular o índice) – contudo, um feito notável, dado que Portugal chegou a ultrapassar muitos países europeus, inclusive tais como a Suiça, tão famosa pela sua segurança e estabilidade política.
Para concluir, acho que de agora em diante, até se poderia acunhar a expressão “pacífico como um Português” :) O que me parece um muito bom começo de um futuro melhor no país em que vivemos.
Izabela Kasperkiewicz
* gostei mesmo da expressão, Nuno! ;)
** veja-se a classificação oficial no site: http://www.visionofhumanity.org/gpi/results/rankings/2009/
Desde “a minha perspectiva da Portugalidade”*, diria que os Portugueses dedicam muito tempo a discutir os próprios feitios e carências e, embora acredite que isto possa ser um ponto de partida para construir um futuro melhor, parece-me que às vezes é mais proveitoso focar-se nos sucessos e avanços já conseguidos, e a partir daí fomentar o movimento de mudança até um país mais justo e sustentável (ideia que, pelos vistos, partilho com o Micael, autor do artigo anterior).
Como ilustração, vale destacar, por exemplo, que desde há muitos anos, Portugal encontra-se entre os países com o maior nível de segurança no mundo – factor que eu mesma considero uma das grandes vantagens de se viver nas terras lusas, em comparação com muitos outros países latinos.
Portugal tem tido a sorte – e também a sabedoria – de não ser envolvido em muitas guerras nem grandes conflitos sociais (até a Revolução dos Cravos foi, no fundo, bastante pacífica), nunca conheceu grandes níveis de criminalidade e tem sido um exemplo na integração de imigrantes de várias origens e culturas.
De acordo com os relatórios da Economist Intelligence Unit, entidade autora do Índice Global da Paz (Global Peace Index**), Portugal é um dos líderes mundiais no que respeita o nível da “pacificidade”, medida através de 24 critérios. Nos anos 2007-2008, Portugal foi colocado, respectivamente, no 9º e 7º lugar entre 140 países, e no ano 2009 ocupou o 14º lugar (parcialmente devido à modificação da metodologia de calcular o índice) – contudo, um feito notável, dado que Portugal chegou a ultrapassar muitos países europeus, inclusive tais como a Suiça, tão famosa pela sua segurança e estabilidade política.
Para concluir, acho que de agora em diante, até se poderia acunhar a expressão “pacífico como um Português” :) O que me parece um muito bom começo de um futuro melhor no país em que vivemos.
Izabela Kasperkiewicz
* gostei mesmo da expressão, Nuno! ;)
** veja-se a classificação oficial no site: http://www.visionofhumanity.org/gpi/results/rankings/2009/
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Repetir os bons exemplos!
Portugal pode mudar para melhor? A meu ver SIM, e temos provas dadas do nosso sucesso.
É possível mudar mentalidades e comportamentos em Portugal! É possível, com perseverança e vontade firme, evoluir para algo melhor. Para isso é preciso vontade política, da própria sociedade, e mesmo de algumas individualidades que se afirmem enquanto activistas por causas e valores extra pessoais.
Para os mais pessimistas, aqueles que não hesitam em afirmar que Portugal é um país ermo, sem hipótese de avançar a par dos mais evoluídos e se tornar um melhor local para se viver, pelo menos ao mesmo ritmo, lanço um exemplo de sucesso nacional, uma atitude e vontade que mudou o país para melhor. Falo do processo de consciencialização ambiental, que incidindo mais sobre os mais novos, teve como resultado uma sociedade que hoje, nos seus lares, apesar de alguns custos e trabalho extra, faz a separação dos resíduos domésticos, facilitando em muito o processo de reciclagem a jusante.
Hoje os nossos jovens, imbuídos do espírito e valores de defesa e preservação do ambiente, são acérrimos defensores da separação dos resíduos e consequente reciclagem.
Do meu ponto de vista, se foi possível mudar mentalidades, de modo a resolver um problema, tendo em vista uma causa nobre e maior como a sustentabilidade do nosso planeta, porque não aplicar estes mesmos princípios à rectidão, justiça e igualdade social? Porque não usar este exemplo de sucesso nacional, aplicando-o ao combate à corrupção através da difusão dos valores da honestidade? Não seria uma óptima estratégia conseguir que os mais jovens se identificassem com o slogan da anti-corrupção!?
Penso que a difusão do conceito de corrupção como algo pernicioso será possível se houver vontade dos políticos, dos agentes oficiais e não oficiais de formação e educação, de associações, instituições e até de cidadãos em nome individual. Pelo envolvimento de todos eles será possível disseminar os valores da honestidade e rectidão, criando programas, acções e campanhas de esclarecimento que informem toda a sociedade, especialmente os mais novos, pois é deles o futuro, sobre os malefícios de viver e fazer parte de uma sociedade tendencialmente corrupta.
Vamos combater a corrupção, com tenacidade, perseverança e espírito crítico, ungidos, mais que tudo, do espírito democrático!
Micael Sousa
(Engenheiro Civil e Militante do Partido Socialista e Juventude Socialista
blogs do Micael:
www.abuscapelasabedoria.blogspot.com
www.redundanciasdaactualidade.blogspot.com )
É possível mudar mentalidades e comportamentos em Portugal! É possível, com perseverança e vontade firme, evoluir para algo melhor. Para isso é preciso vontade política, da própria sociedade, e mesmo de algumas individualidades que se afirmem enquanto activistas por causas e valores extra pessoais.
Para os mais pessimistas, aqueles que não hesitam em afirmar que Portugal é um país ermo, sem hipótese de avançar a par dos mais evoluídos e se tornar um melhor local para se viver, pelo menos ao mesmo ritmo, lanço um exemplo de sucesso nacional, uma atitude e vontade que mudou o país para melhor. Falo do processo de consciencialização ambiental, que incidindo mais sobre os mais novos, teve como resultado uma sociedade que hoje, nos seus lares, apesar de alguns custos e trabalho extra, faz a separação dos resíduos domésticos, facilitando em muito o processo de reciclagem a jusante.
Hoje os nossos jovens, imbuídos do espírito e valores de defesa e preservação do ambiente, são acérrimos defensores da separação dos resíduos e consequente reciclagem.
Do meu ponto de vista, se foi possível mudar mentalidades, de modo a resolver um problema, tendo em vista uma causa nobre e maior como a sustentabilidade do nosso planeta, porque não aplicar estes mesmos princípios à rectidão, justiça e igualdade social? Porque não usar este exemplo de sucesso nacional, aplicando-o ao combate à corrupção através da difusão dos valores da honestidade? Não seria uma óptima estratégia conseguir que os mais jovens se identificassem com o slogan da anti-corrupção!?
Penso que a difusão do conceito de corrupção como algo pernicioso será possível se houver vontade dos políticos, dos agentes oficiais e não oficiais de formação e educação, de associações, instituições e até de cidadãos em nome individual. Pelo envolvimento de todos eles será possível disseminar os valores da honestidade e rectidão, criando programas, acções e campanhas de esclarecimento que informem toda a sociedade, especialmente os mais novos, pois é deles o futuro, sobre os malefícios de viver e fazer parte de uma sociedade tendencialmente corrupta.
Vamos combater a corrupção, com tenacidade, perseverança e espírito crítico, ungidos, mais que tudo, do espírito democrático!
Micael Sousa
(Engenheiro Civil e Militante do Partido Socialista e Juventude Socialista
blogs do Micael:
www.abuscapelasabedoria.blogspot.com
www.redundanciasdaactualidade.blogspot.com )
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu”
Estes versos de Pessoa são uma mensagem que gostaria de passar nos dias que correm aos titulares de cargos públicos em Portugal.
Quando se assiste a uma grande mistura e confusão entre esfera pública e privada, entre debate e altercação, e entre Poder e Mandato, será útil lembrar aos nossos supostos lideres e representantes que os interesses que lhes são confiados e cabe defender são, exclusivamente, os interesses dos portugueses.
O político ou magistrado de hoje – enfim, a pessoa pública – não pode esquecer que a sua voz é colectiva. Não se representa a si próprio, ao seu partido ou corporação, mas ao conjunto de um povo, o povo português. E isso implica direitos e deveres de respeito e dignidade a serem respeitados por todos.
A cada manhã, antes de enfrentar os desafios do dia, a pessoa pública deve imbuir-se deste espírito, desta inspiração. Esta força que só uma nação brava, antiga e leal sustenta com paixão.
Nuno Gaudêncio
Sou um Povo que quer o mar que é teu”
Estes versos de Pessoa são uma mensagem que gostaria de passar nos dias que correm aos titulares de cargos públicos em Portugal.
Quando se assiste a uma grande mistura e confusão entre esfera pública e privada, entre debate e altercação, e entre Poder e Mandato, será útil lembrar aos nossos supostos lideres e representantes que os interesses que lhes são confiados e cabe defender são, exclusivamente, os interesses dos portugueses.
O político ou magistrado de hoje – enfim, a pessoa pública – não pode esquecer que a sua voz é colectiva. Não se representa a si próprio, ao seu partido ou corporação, mas ao conjunto de um povo, o povo português. E isso implica direitos e deveres de respeito e dignidade a serem respeitados por todos.
A cada manhã, antes de enfrentar os desafios do dia, a pessoa pública deve imbuir-se deste espírito, desta inspiração. Esta força que só uma nação brava, antiga e leal sustenta com paixão.
Nuno Gaudêncio
domingo, 6 de dezembro de 2009
Tem de começar por nós – a responsabilidade é nossa
Olhando para o Portugal de hoje, penso que temos de ser mais exigentes: com os outros, mas sobretudo com nós próprios!
Temos de ambicionar mais, de dar mais e ser mais. É urgente mudar o paradigma da sociedade onde vivemos.
O que hoje vivemos é um estado de espera. Um estado de repouso de sofá onde pensamos ser dever dos outros cuidar de nós. Mas não é. E se não agirmos poucas coisas acontecerão nas nossas vidas. Poucas melhorias nos serão trazidas, pouco avançará este país. Convém estarmos conscientes deste facto, ou correremos o risco de assistir de fora às nossas vidas dirigidas por outras pessoas.
É tempo de exigirmos mais.
Exigir mais de todos nós nos nossos trabalhos, nas nossas aulas, nos nossos grupos. É tempo de acção: mais profissionalismo, mais dedicação, mais educação, mais excelência. Se formos mais exigentes connosco próprios teremos toda a legitimidade de exigir mais de quem nos governa.
Exigindo mais de nós e dos outros nivelamos a sociedade por cima, poderemos ser um povo mais produtivo, mais culto, mais eficiente.
E com isso seremos mais livres, teremos mais tempo, seremos mais felizes.
1 Portugal feliz.
Nuno Gaudêncio
Temos de ambicionar mais, de dar mais e ser mais. É urgente mudar o paradigma da sociedade onde vivemos.
O que hoje vivemos é um estado de espera. Um estado de repouso de sofá onde pensamos ser dever dos outros cuidar de nós. Mas não é. E se não agirmos poucas coisas acontecerão nas nossas vidas. Poucas melhorias nos serão trazidas, pouco avançará este país. Convém estarmos conscientes deste facto, ou correremos o risco de assistir de fora às nossas vidas dirigidas por outras pessoas.
É tempo de exigirmos mais.
Exigir mais de todos nós nos nossos trabalhos, nas nossas aulas, nos nossos grupos. É tempo de acção: mais profissionalismo, mais dedicação, mais educação, mais excelência. Se formos mais exigentes connosco próprios teremos toda a legitimidade de exigir mais de quem nos governa.
Exigindo mais de nós e dos outros nivelamos a sociedade por cima, poderemos ser um povo mais produtivo, mais culto, mais eficiente.
E com isso seremos mais livres, teremos mais tempo, seremos mais felizes.
1 Portugal feliz.
Nuno Gaudêncio
domingo, 25 de outubro de 2009
As liberdades individuais
Cada um de nós tem direito à sua vida.
Direito esse que não tem de ser afirmado ou escrito para existir.
É de facto uma propriedade intrínseca a cada um e que nenhum de nós, conscientemente, estará disposto a perder. De igual modo, e saindo de dentro da nossa esfera pessoal, reconhecemos a propriedade dos outros sobre a sua existência, sobre a sua natureza, pensamento e modo de vida.
Assiste-se hoje em dia, de um modo global, e também em Portugal a tentativas cada vez maiores de controlo e condicionamento dos comportamentos humanos. Exemplos não faltam: proibições ao nível de hábitos sociais, tentativas de condicionamento de decisões pessoais, sonegação e manipulação de informação, fiscalização e vigilância do quotidiano das pessoas, entre outros.
Estas intrusões na vida de cada pessoa não podem ser toleradas. Representam um abuso e uma usurpação de um direito pessoal, intransmissível e universal.
E são uma violência sobre cada um de nós.
1 Portugal Melhor não irá nunca aceitar tal corte e espoliação das liberdades individuais.
Nuno Gaudêncio
Direito esse que não tem de ser afirmado ou escrito para existir.
É de facto uma propriedade intrínseca a cada um e que nenhum de nós, conscientemente, estará disposto a perder. De igual modo, e saindo de dentro da nossa esfera pessoal, reconhecemos a propriedade dos outros sobre a sua existência, sobre a sua natureza, pensamento e modo de vida.
Assiste-se hoje em dia, de um modo global, e também em Portugal a tentativas cada vez maiores de controlo e condicionamento dos comportamentos humanos. Exemplos não faltam: proibições ao nível de hábitos sociais, tentativas de condicionamento de decisões pessoais, sonegação e manipulação de informação, fiscalização e vigilância do quotidiano das pessoas, entre outros.
Estas intrusões na vida de cada pessoa não podem ser toleradas. Representam um abuso e uma usurpação de um direito pessoal, intransmissível e universal.
E são uma violência sobre cada um de nós.
1 Portugal Melhor não irá nunca aceitar tal corte e espoliação das liberdades individuais.
Nuno Gaudêncio
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Voto livre e responsável
A Política não pode ser um exercício de poder mas tem de ser antes um exercício de Governo.
O objectivo dos eleitos não deverá assim ser mandar, dirigir e controlar, mas antes: governar, gerir e orientar.
Mandar e gerir são conceitos muito simples mas bastantes diferentes. O primeiro serve um conjunto de interesses, o segundo administra os interesses de um conjunto.
Mais uma vez estamos sujeitos a eleições e iremos participar na escolha daqueles que nos representam, daqueles que vão gerir o nosso património comum e dos quais esperamos venham a seguir as orientações dadas pelo nosso sentido de voto.
Mas, e mais importante, desejamos que venham a seguir as orientações dadas pela nossa aspiração mais básica de um futuro melhor, pleno de liberdades, direitos e responsabilidades.
O país parece estar finalmente bastante interessado no seu futuro! É muito bom, é tempo de agarramos com as nossas próprias mãos as oportunidades de desenvolvimento que temos pela frente!
Nuno Gaudêncio
O objectivo dos eleitos não deverá assim ser mandar, dirigir e controlar, mas antes: governar, gerir e orientar.
Mandar e gerir são conceitos muito simples mas bastantes diferentes. O primeiro serve um conjunto de interesses, o segundo administra os interesses de um conjunto.
Mais uma vez estamos sujeitos a eleições e iremos participar na escolha daqueles que nos representam, daqueles que vão gerir o nosso património comum e dos quais esperamos venham a seguir as orientações dadas pelo nosso sentido de voto.
Mas, e mais importante, desejamos que venham a seguir as orientações dadas pela nossa aspiração mais básica de um futuro melhor, pleno de liberdades, direitos e responsabilidades.
O país parece estar finalmente bastante interessado no seu futuro! É muito bom, é tempo de agarramos com as nossas próprias mãos as oportunidades de desenvolvimento que temos pela frente!
Nuno Gaudêncio
quinta-feira, 23 de julho de 2009
SAIR DA CRISE COM...
Cravos no Outono?
Na cúpula Brasil-UE Durão Barroso disse “Nadamos juntos ou afogamos juntos“. Ele não disse quem furou o barco, para onde e com quem devemos nadar. Ao menos eu não quero nadar com quem o furou, nem ir para o mundo que o criou; quero ir para um lugar onde não seja roubado e enganado, como até agora.
Dados concretos
A ocupação hoteleira no Algarve, por exemplo, desceu 13% no mês de Maio, comparada a 2008. Em Monte Gordo a ocupação foi de 67%. Os locais que mais cairam têm elevada densidade habitacional, os que mantêm bons níveis preservam o ambiente.
Há anos escrevo que o povo está farto de ser tratado como parvo. Há anos alerto que o turista não mais quer as Quarteiras e aldeamentos que continuam a fazer-se por cá, para branquear capitais. Há anos que sabemos da inoperância do Banco de Portugal. Há anos o nobel da Economia, Joe Stiglitz avisava que a bolha iria estoirar. Há anos que a UE paga balúrdios para doze mil funcionários, 750 deputados e 1500 velhos políticos gastarem cada um, 45 mil euros/ mês dos nossos impostos. E deu no que deu: fraudes, crise, escândalo, baixa ocupação. Por quê perdemos 49 mil PMEs, 25% do total, de em cinco anos? Por quê damos subsídios para empresas estrangeiras concorrerem com as locais em desigualdade? Temos opção para o que está aí? Para exigir melhoras, temos que mostrar que somos competentes e sabemos protestar com energia.
Nichos de turismo
Há meia década alerto no Algarve que a densidade habitacional na orla mata a galinha dos ovos de oiro. Não podemos concorrer com os novos paraísos turísticos. Temos que focar nos nichos de alto poder de compra.
No Algarve, só em V.R.StºAntonio e talvez em Portimão, há instalações náuticas para estágio de Inverno. Anualmente a Sicília, Tunísia, Grécia, etc. enchem-se com atletas, e não só, Norte-europeus.
Os preços absurdos no Estádio Faro-Loulé, como os demais do Euro de futebol, levam os estágios de evitar-nos. E ainda a ganância de alguns hoteleiros que pouco baixam as tarifas, apesar de vazios.
Há pouco quis trazer um congresso para o novo e belo Centro que a Região de Turismo construiu com os nossos impostos em Lagoa, mas o organizador foi-se após dez minutos: “o comprimento do assento das cadeiras não respeita o padrão”. Os Norte-europeus são altos e para ficarem 4h sentados, precisam apoio para as pernas. Isto qualquer um sabe, e para lucrar mais, usaram a inércia de quem sabe que quem manda é o chefe e enfiaram-nos goela abaixo algo belo, que não funciona.
Como o Parlamento Europeu, a UE, o Banco de Portugal e a assim chamada democracia representativa. Então, para que pagar altos impostos, fazer o que eles querem, trabalhar noite e dia, para dar no que deu? Estará na hora de juntarmos cravos novamente?
Jack Soifer,
(Consultor internacional, juiz em concursos internationais, autor de A Grande Pequena Empresa, Empreender Turismo de Natureza e Como Sair da Crise) - www.jacksoifer.org
Nota: O texto original foi publicado no site do jornal Barlavento (http://www.barlavento.online.pt). Jack Soifer, a quem expressamos uma vez mais o nosso agradecimento, teve a amabilidade de aceder ao nosso convite para participar em 1PortugalMelhor disponibilizando o artigo com pequenos ajustes.
Nuno Gaudêncio
Na cúpula Brasil-UE Durão Barroso disse “Nadamos juntos ou afogamos juntos“. Ele não disse quem furou o barco, para onde e com quem devemos nadar. Ao menos eu não quero nadar com quem o furou, nem ir para o mundo que o criou; quero ir para um lugar onde não seja roubado e enganado, como até agora.
Dados concretos
A ocupação hoteleira no Algarve, por exemplo, desceu 13% no mês de Maio, comparada a 2008. Em Monte Gordo a ocupação foi de 67%. Os locais que mais cairam têm elevada densidade habitacional, os que mantêm bons níveis preservam o ambiente.
Há anos escrevo que o povo está farto de ser tratado como parvo. Há anos alerto que o turista não mais quer as Quarteiras e aldeamentos que continuam a fazer-se por cá, para branquear capitais. Há anos que sabemos da inoperância do Banco de Portugal. Há anos o nobel da Economia, Joe Stiglitz avisava que a bolha iria estoirar. Há anos que a UE paga balúrdios para doze mil funcionários, 750 deputados e 1500 velhos políticos gastarem cada um, 45 mil euros/ mês dos nossos impostos. E deu no que deu: fraudes, crise, escândalo, baixa ocupação. Por quê perdemos 49 mil PMEs, 25% do total, de em cinco anos? Por quê damos subsídios para empresas estrangeiras concorrerem com as locais em desigualdade? Temos opção para o que está aí? Para exigir melhoras, temos que mostrar que somos competentes e sabemos protestar com energia.
Nichos de turismo
Há meia década alerto no Algarve que a densidade habitacional na orla mata a galinha dos ovos de oiro. Não podemos concorrer com os novos paraísos turísticos. Temos que focar nos nichos de alto poder de compra.
No Algarve, só em V.R.StºAntonio e talvez em Portimão, há instalações náuticas para estágio de Inverno. Anualmente a Sicília, Tunísia, Grécia, etc. enchem-se com atletas, e não só, Norte-europeus.
Os preços absurdos no Estádio Faro-Loulé, como os demais do Euro de futebol, levam os estágios de evitar-nos. E ainda a ganância de alguns hoteleiros que pouco baixam as tarifas, apesar de vazios.
Há pouco quis trazer um congresso para o novo e belo Centro que a Região de Turismo construiu com os nossos impostos em Lagoa, mas o organizador foi-se após dez minutos: “o comprimento do assento das cadeiras não respeita o padrão”. Os Norte-europeus são altos e para ficarem 4h sentados, precisam apoio para as pernas. Isto qualquer um sabe, e para lucrar mais, usaram a inércia de quem sabe que quem manda é o chefe e enfiaram-nos goela abaixo algo belo, que não funciona.
Como o Parlamento Europeu, a UE, o Banco de Portugal e a assim chamada democracia representativa. Então, para que pagar altos impostos, fazer o que eles querem, trabalhar noite e dia, para dar no que deu? Estará na hora de juntarmos cravos novamente?
Jack Soifer,
(Consultor internacional, juiz em concursos internationais, autor de A Grande Pequena Empresa, Empreender Turismo de Natureza e Como Sair da Crise) - www.jacksoifer.org
Nota: O texto original foi publicado no site do jornal Barlavento (http://www.barlavento.online.pt). Jack Soifer, a quem expressamos uma vez mais o nosso agradecimento, teve a amabilidade de aceder ao nosso convite para participar em 1PortugalMelhor disponibilizando o artigo com pequenos ajustes.
Nuno Gaudêncio
terça-feira, 30 de junho de 2009
Contribuições para 1 Portugal melhor
O Serviço que o grupo de 28 reputados economistas e gestores fizeram ao país foi sugerir que se deve pensar e avaliar antes de tomar decisões comprometedoras que se afiguram como demasiado onerosas e estrangulantes do desenvolvimento futuro.
Investir à toa e injectar dinheiro sem critério na Economia, e sem medição cuidada dos impactos que hão de vir, não é a solução para os problemas. Existe bom e mau investimento.
Outra coisa diferente é falar de muito e pouco investimento. E os tempos difíceis que atravessamos, especialmente no que diz respeito ao desemprego de muitos, exige apenas uma coisa: Muito (e) Bom Investimento.
Nuno Gaudêncio
Investir à toa e injectar dinheiro sem critério na Economia, e sem medição cuidada dos impactos que hão de vir, não é a solução para os problemas. Existe bom e mau investimento.
Outra coisa diferente é falar de muito e pouco investimento. E os tempos difíceis que atravessamos, especialmente no que diz respeito ao desemprego de muitos, exige apenas uma coisa: Muito (e) Bom Investimento.
Nuno Gaudêncio
segunda-feira, 15 de junho de 2009
10 de Junho de 2009 - O Portugal de hoje
10 de Junho foi dia de Portugal. O dia de um país com quase 900 anos de quem se dizia: "1143, quem não sabe esta data não é bom português".
Portugal tem tudo para ser grande, para ser maior, para ser melhor!
O bom discurso de António Barreto nas comemorações do dia de Portugal, que vale a pena ler e ouvir, é elucidativo sobre o que é hoje Portugal. E ajuda a perceber o que Portugal pode ser.
E Portugal pode ser muito, e conta comigo e contigo para o ser. 10 de Junho foi dia de Portugal, mas todos os dias se faz Portugal!
Nuno Gaudêncio
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