terça-feira, 30 de junho de 2009

Contribuições para 1 Portugal melhor

O Serviço que o grupo de 28 reputados economistas e gestores fizeram ao país foi sugerir que se deve pensar e avaliar antes de tomar decisões comprometedoras que se afiguram como demasiado onerosas e estrangulantes do desenvolvimento futuro.

Investir à toa e injectar dinheiro sem critério na Economia, e sem medição cuidada dos impactos que hão de vir, não é a solução para os problemas. Existe bom e mau investimento.

Outra coisa diferente é falar de muito e pouco investimento. E os tempos difíceis que atravessamos, especialmente no que diz respeito ao desemprego de muitos, exige apenas uma coisa: Muito (e) Bom Investimento.

Nuno Gaudêncio

segunda-feira, 15 de junho de 2009

10 de Junho de 2009 - O Portugal de hoje




10 de Junho foi dia de Portugal. O dia de um país com quase 900 anos de quem se dizia: "1143, quem não sabe esta data não é bom português".

Portugal tem tudo para ser grande, para ser maior, para ser melhor!

O bom discurso de António Barreto nas comemorações do dia de Portugal, que vale a pena ler e ouvir, é elucidativo sobre o que é hoje Portugal. E ajuda a perceber o que Portugal pode ser.

E Portugal pode ser muito, e conta comigo e contigo para o ser. 10 de Junho foi dia de Portugal, mas todos os dias se faz Portugal!


Nuno Gaudêncio


terça-feira, 2 de junho de 2009

Portugal Positivo

Ainda existe em diversos candidatos políticos uma mentalidade de clubismo partidário onde o que está em primeiro lugar, antes das ideias, antes mesmo do interesse dos cidadãos, é o partido.

Para esses mesmos candidatos, e para os restantes, e antes que se inicie nas urnas o ciclo de eleições que se avizinha em Portugal, e tendo em mente, nomeadamente, as Eleições para o Parlamento Europeu, eu gostaria de lançar um repto, e propostas, para campanhas pela Positiva:

- que os candidatos se foquem em apresentar as suas propostas e expliquem os seus desígnios em detrimento de criticarem as candidaturas concorrentes;
- que se explique aos portugueses a visão que cada partido tem da União Europeia e do papel que Portugal quer ter nessa União;
- que os candidatos dos partidos e movimentos, sem distinção de dimensão, afirmem a sua Estratégia Europeia e como pretendem atingir esses objectivos.

Posto isto, não quero deixar de saudar os candidatos às eleições que seguem e lhes desejar o melhor para todos nós!

Nuno Gaudêncio

sábado, 30 de maio de 2009

Our brain and our future

Our brain has two main standard functions.
One is most well known and used among everyone frequently: the control of our vital organs together with the coordination of the movements of our bodies.
A Second but in no way secondary aspect of our brains is being meant to think. And thinking is a concept nowadays… as it is not something that we do frequently. In the hurry of the days and the routines and automatisms of our lives we end up not paying much attention to some details and to some things which are very important.

So the challenge is really there.

Now that we are already feeling the hot temperatures has an invitation to rest and lay in the beaches of our lovely country, planning vacations under the 30º degrees of our sunny beaches, now that we have the time to stop…

Let’s give it a thought!
Let’s make our brains work and give it some usage.
Especially now that we have an European Election coming, the first of three moments this year when the citizens will be summoned to choose who they want to be in their representation and leadership, let’s think.

It is time to weigh carefully the options in front of us. Choices vary from keeping the status quo or giving a chance to others. We are confronted with choosing “stability” or going for something else.

It is a though decision as it might involve taking risks, so it’s better to be an informed and careful decision. Now it is a very clear moment where you can try to make 1 Portugal Melhor, 1 Better Portugal.

Think about it!
In the name of also a better European Union, I will.

Nuno Gaudêncio

quinta-feira, 21 de maio de 2009

E tu, o que já fizeste hoje pelo teu país?

Vale a pena fazermos esta questão a nós próprios de vez em quando.

Nós portugueses somos um povo de contrastes: fechados e super conservadores nos costumes, muito agarrados às “nossas” coisas, à nossa segurança e avessos ao risco. No lado oposto, somos muito abertos ao mundo, à tecnologia e à moda.

Até temos ideias, mas falta-nos a coragem!

Temos medo da mudança e, na incerteza, "optamos pelo seguro", por aquilo que conhecemos, sabendo muitas vezes que não é o melhor, mas tememos que qualquer alteração se torne uma revolução que nos faça mais pobres.

Sim, porque somos demasiado agarrados a nós próprios e não vemos Portugal como um todo, como uma Nação da qual somos parte integrante e na qual contribuímos com o nosso valor...

Há que mudar, e ser mais consciente de que nos afectamos a todos mutuamente. Nesse sentido, há que ser mais exigentes e menos acomodados, quer com os outros, quer com nós próprios. Especialmente com nós próprios!

É por isso que eu pergunto o que já fizeste hoje pelo teu país... é que ele, seguramente, já fez algo por ti!

Ajuda a tornar Portugal um sitio melhor para todos vivermos. Não é preciso ser um super herói, nem mudar tudo de repente, mas há que tentar fazer melhor, esforçarmo-nos mais nos nossos trabalhos, ajudar-mos quem nos pede uma pequena ajuda e estimular as boas ideias.

O bem que fizeres pelo teu país estarás a fazer a ti!

Nuno Gaudêncio

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Enriquecimento Lícito – O consenso

Quando, nos dias de hoje, em que já não se afiguram como possíveis consensos no Parlamento Português, após desacordo constante na maior parte das áreas da Governação, onde ainda não foi possível chegar a um entendimento para encontrar o substituto para o actual Provedor de Justiça… eis que os Partidos se unem e votam todos no mesmo sentido a aprovação da nova Lei de Financiamento dos Partidos.

Em tempos em que se discute o enriquecimento ilícito, se deve ser criminalizado, se deve ser penalizado ou taxado, se o ónus da prova recai sobre o sujeito ou a Administração… o que fazem os partidos com assento na Assembleia da República? Todos, por igual, e, julgando em causa própria, favorecem-se aumentando os seus níveis de financiamento e tornam lícito esse enriquecimento feito através de dinheiro vivo, sem obrigatoriedade de documentação de suporte, justificação ou transparência.

Por favor, haja decoro! Reclama-se o fim do sigilo bancário, sufoca-se o cidadão com obrigações declarativas afogando-o em taxas. Pelo meio, atacam-se offshores discutem-se imoralidades e ganâncias para justificar a crise mundial onde chegámos. E o que nos oferecem? A possibilidade de os partidos se financiarem em dinheiro de origem desconhecida e natureza incerta até cerca de 1 milhão de Euros... Por favor corrijam-me se me engano…

Não é isto que vai fazer 1 Portugal Melhor. Aliás, cada vez mais creio que 1 Portugal Melhor passa pela melhoria da qualidade dos políticos portugueses. E isso consegue-se com mais exigência, com prestação de contas, com avaliação do desempenho.

Proposta: criação em Portugal de um sistema de avaliação para os deputados de modo a que os cidadãos vejam melhor o reflexo das suas escolhas e possam tomar as suas decisões de forma mais objectiva no que concerne a um dos órgãos mais importantes da Democracia Portuguesa, a Assembleia da República.

Nuno Gaudêncio

sábado, 2 de maio de 2009

Quotas Femininas

Aqui N’1 Portugal Melhor não somos apologistas da imposição legal de um número ou uma quota para um grupo particular nos órgãos de decisão e governação públicos. Mas acreditamos que um Portugal Melhor se faz com a participação activa de todos os cidadãos, sejam homens ou mulheres.

As pessoas em geral, munidas da sua capacidade de decisão e animadas pelo seu interesse e dedicação a uma causa, de per si, devem estar aptas, pelo seu valor e força das suas convicções, a contribuir para a evolução e progresso dos comportamentos.

Entendemos que face à realidade actual a ideia da Mulher ter mais protagonismo na vida pública é positiva e deve ser estimulada. Mas não à força, não por obrigação legal.

Aqui no 1 Portugal Melhor não vamos impor quotas de participação baseadas em critérios sexuais, ou outros. Renovamos antes o convite à participação em 1 Portugal Melhor dos cidadãos, nomeadamente mulheres que tão bem retiram de alguns assuntos o cinzento e o tédio.

Nuno Gaudêncio

quarta-feira, 22 de abril de 2009

"Enriquecimento ilícito"

A ECONOMIA portuguesa estagnou desde o início deste século. Enquanto a economia mundial crescia como nunca, nós estagnámos. Agora que o mundo vive a maior crise dos últimos 70 anos, caímos a pique. Um estudo recente indica que Portugal tem cerca de dois milhões de pobres. E que o fosso entre ricos e pobres aumentou. Os dados indicam a falência do nosso modelo económico. E que fazem os nossos políticos? Tornam ilícito enriquecer!
O peso regulatório e fiscal sobre as PMEs é tal que muitas estão a fechar. Fecham não apenas por causa da crise mas porque não conseguem cumprir a multiplicidade de regras que se lhes aplica, muitas sem sentido e sem qualquer vantagem. Não é só o peso da fiscalidade e da segurança social que é insustentável. É também a enorme quantidade de normas impostas por um Estado que tudo quer fiscalizar mesmo perante normas impossíveis de cumprir!
As nossas PMEs têm, em media, 7 a 9 trabalhadores, incluindo os gerentes, e empregam dois milhões de portugueses. A pressão fiscal e regulatória está a levar ao fecho destas. Tudo é criminalizado. Em 2008 houve seis mil gestores acusados de crime fiscal em Portugal! Nos EUA com 300 milhões de habitantes, foram cerca de 1500 processos desse tipo. As autoridades americanas evitam criminalizar comportamentos, excepto em casos sérios, pois sabem que isso leva ao fecho das empresas, ao desemprego e ao empobrecimento. Aqui não. A fúria regulatória não tem preocupações dessas. Seis mil processos-crime podem significar a perda de 10 ou 15 mil empregos. Isso não interessa nada. Desde que entrámos neste processo a economia portuguesa estagnou. Agora cai. Poderia pensar-se que era altura de perceber que é o entusiasmo e o trabalho árduo dos trabalhadores e gestores das PME’s que sustenta a maior parte dos portugueses. Poderia pensar-se que se deveria encorajar a mobilidade social e a melhoria do nível de vida de todos. Nem pensar. O que o parlamento se prepara para fazer é tornar ilícito o enriquecimento sem quaisquer garantias de julgamento pelos tribunais!

João Caiado Guerreiro, advogado.



Nota: este texto foi publicado no Jornal Oje do dia 22 de Abril sob a coluna de opinião: "Causa Justa". O João Caiado Guerreiro, a quem expressamos mais uma vez o nosso agradecimento, acedeu novamente ao nosso convite para nos ceder o mesmo à publicação em 1PortugalMelhor.

Nuno Gaudêncio

terça-feira, 21 de abril de 2009

Small is beatifull

Esta minha reflexão é sobre o papel que o Estado desempenha nas nossas vidas. Na minha opinião em Portugal o peso do Estado é excessivo.
A sua presença é constante e através da política fiscal exerce um controlo sobre as nossas decisões individuais, que na minha opinião é prejudicial em termos colectivos.
Vem isto a propósito de quê!? Eu explico. Nos últimos dias ao preencher a declaração de IRS, vejo me confrontado com uma infinidade de descontos, deduções, benefícios e outras coisas que tais!
Como referi, isto influencia a nossas decisões e ao mesmo tempo, torna o que poderia ser simples em algo complicado, alimentando uma rede e um sistema não produtivo.
Este controlo fiscal, é apenas um exemplo do que considero serem políticas erradas, controladoras, inúteis e atrofiantes da nossa capacidade de decisão e inovação.
Tal como este, há muitos por aí….na minha opinião o caminho é o da simplificação e para tal, manifesto aqui o meu apoio a políticas que de forma progressiva contribuam para a diminuição do peso do Estado em Portugal porque afinal….Small is beautifull.

Pedro Gaudêncio

sábado, 18 de abril de 2009

Habilidades Estatísticas em Portugal? - Perguntas e Respostas para reflexão

P: Como é que se diminui o nº de processos em Tribunal “acelerando a Justiça”?
R: Dificultando (encarecendo) o acesso à Justiça.

P: Como se melhora o nível de absentismo dos estudantes?
R: Eliminação das faltas, quer por não marcando, quer por substituição/troca de faltas por aprovações em exames.

P: Como se diminui o nº oficial de desempregados?
R: Consideram-se apenas as pessoas registadas como tal nos centros de emprego.

P: Como se reduz o nº de acidentes de viação e os números de sinistralidade nas operações de Páscoa, Natal e afins?
R: Não se consideram os acidentes que envolvem os cidadãos residentes nessas áreas.geográficas.

P: Como é que se reduz o défice Orçamental?
R: Aumentam-se os impostos a pagar pelos cidadãos e economia. O resto pode ficar tudo igual.


Brincando com os números todos os cenários são possíveis e todos os défices permitidos, porque “escondidos”.

P: Em Portugal, andam a brincar com os números?
R: se não andam parece…

Nuno Gaudêncio